O corpo, “prisão da alma” e a construção de nação, em “Dolores”, de Soledad Acosta de Samper

Autores

  • Sandra Leal Larrarte Universidad de Quindio, Armenia

DOI:

https://doi.org/10.18046/recs.i17.2043

Palavras-chave:

Dolores, Identidade nacional, Corpo, Beleza, Doença, Literatura feminina

Resumo

Uma dessas novelas sobre as quais se conhece muito pouco dentro do mundo da literatura colombiana é “Dolores” (1887). Escrita em uma época em que as mulheres “não escreviam”, na que também a recém-conquistada liberdade obrigava aos intelectuais da região a criar nação, seus imaginários e sua identidade. A este esforço conjunto, se une a quase aristocrata escritora e jornalista Soledad Acosta de Samper, quem, sem esquecer o seu dever como voz das mulheres, apresenta uma história própria do romanticismo que imperava em sua época. Aqui se analisa como em “Dolores” se apresenta o corpo como símbolo das estritas hierarquias sociais em que se organizava a nascente república, mas também o corpo doente como emblema do isolamento feminino e do único recurso de desenvolvimento pessoal onde se queria, e se quer, confinar a mulher.

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Biografia do Autor

  • Sandra Leal Larrarte, Universidad de Quindio, Armenia
    Docente de planta de la Universidad del Quindío, estudiante de doctorado en Literatura de la Universidad Tecnológica de Pereira. Adscrita al grupo de investigación Semióticas de Ficción dentro de la línea de Semiótica y Narrativa. Ganadora en 2001 y 2003 del Premio de Cuento Dunant Passy (Argentina).

Publicado

2015-12-05

Como Citar

Leal Larrarte, S. (2015). O corpo, “prisão da alma” e a construção de nação, em “Dolores”, de Soledad Acosta de Samper. Revista CS, 17, 109-131. https://doi.org/10.18046/recs.i17.2043